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13/01/2017

Setor de serviços recua 5% até novembro, diz IBGE

No ano, as maiores quedas partiram de transportes (-7,6%); serviços profissionais (-5,6%) e serviços prestados às famílias (-4,6%).
Na comparação mensal, todos os segmentos registraram crescimento: outros serviços (3,3%) – como de manutenção de bens em geral e remoção de lixo – ; transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (2,1%); serviços de informação e comunicação (1,0%); serviços profissionais, administrativos e complementares (0,8%) e serviços prestados às famílias (0,2%). O agregado especial das atividades turísticas apresentou crescimento de 0,5%.

O setor de serviços mostrou crescimento em 15 unidades da federação e queda, em12. Os maiores crescimentos de volume partiram de Bahia (5,2%), Amazonas (4,6%) e Mato Grosso (2,6%). Na outra ponta, estão Tocantins (-15,6%), Rondônia (-2,8%) e Santa Catarina (-2,2%).

“A maior queda para o mês de novembro ocorreu em 2015 (-6,4%). Então, apesar do resultado negativo, podemos dizer que já houve uma ligeira recuperação do setor de serviço”, disse Roberto Saldanha, analista da Coordenação de Serviços e Comércio do IBGE.

Já em relação a novembro do ano passado, o setor de serviços recuou 4,6%. De acordo com o IBGE, esta é o 20ª queda seguida. O último resultado positivo nesta base de comparação havia sido em março de 2015, quando subiu 2,3%.

De acordo com o analista do IBGE, na comparação com o mesmo mês do ano anterior observa-se que o setor de informática é o que mais tem crescido no país. “É um setor que está se colocando numa tendência oposto às das demais atividades. Ele vem crescendo desde abril. A produção de games é o que tem impulsionado bastante o setor de informática”, destacou.

Todas as unidades da federação registraram baixas, menos o Distrito Federal. As maiores quedas foram observadas no Mato Grosso (-33,1%), em Rondônia (-22,1%) e no Tocantins (-19,6%).

Receita

A receita nominal em novembro registrou variação positiva de 0,1% em relação a outubro (série com ajuste sazonal) e, na comparação com mesmo mês do ano anterior, a variação também ficou em 0,1%. A taxa acumulada no ano ficou em 0,0% e, em 12 meses, em 0,1%.

Fonte: G1